Estrelas e constelações aprendizes de um grupo pesquisador

Michèle Sato, Ronaldo Senra

Resumo


Da janela da educação, uma estrela cadente anuncia o desejo de aprendizagem na Terra. No céu escuro, com apenas alguns pontos luzindo, a imaginação deflagra ligando pontos... Nas retas e curvas imaginárias, a lição cósmica pode ser inventada, mas não é mentirosa em afirmar que para além de uma estrela, é o conjunto constelar que torna a abóboda mais significativa e bela.
Num determinado período da civilização, a conduta moral dos sujeitos [DISCIPLINA] tornou-se sinônimo de campo específico do conhecimento. De sua vontade de ser constelação, derivaram diálogos conhecidos pelos nomes de “multidisciplinaridade, interdisciplinaridade ou até transdisciplinaridade”. Palco debatido até a atualidade, o assunto não se esgota, revelando o quão difícil é trabalhar em grupo! Não foi por um acaso que a disciplina como conduta moral virou sinônimo de fragmento do conhecimento, circunscrevendo-se ao sistema escolarizado rígido, no marco de uma educação tradicional. Entretanto, quando pensamos que a educação popular não ocorre por segmentos disciplinares, mas saberes biorregionais de referências variadas, sentimos a necessidade de buscar um outro jeito de diálogo de saberes. Em outras palavras, a arte de uma conversação multirreferencial entre os sujeitos aprendizes que reconhecem a competência de cada qual, que tecidos num mosaico de saberes, trarão um trançado mais substancioso e rico, porque é acumulado coletivamente.

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Ambiente & Educação, ISSN 1413-8638, E-ISSN 2238-5533, Rio Grande, Brasil.